"The truth will set you free. But not until it is finished with you."
David Foster Wallace
David Foster Wallace
Se você espera retirar conclusões aprofundadas sobre o que se passa na mente dos homens a partir dessas breves entrevistas, pode dar meia volta. Não é nem perto do que você encontrará aqui. Baseado no livro homônimo de David Foster Wallace, eu não sei até que ponto a superficialidade do roteiro adaptado (e dirigido) por John Krasinski é prejudicada pela obra original.
Levado em sua maior parte como entrevistas clínicas, Brief Interviews with Hideous Men conta a história da estudante Sara (Julianne Nicholson), que conduz tais entrevistas para fins de seu trabalho acadêmico. Até o final do filme, ficamos sem entender muito bem do que sua pesquisa se trata, mas no diálogo final somos levados a crer que visa um olhar sobre os efeitos do feminismo na pós-modernidade. Embora, eu realmente ache que suas motivações vêm de uma desilusão amorosa.
Numa espécie de "guerra dos sexos", somos apresentados a estes homens hediondos, que na maior parte do tempo falam sobre suas vidas sexuais, suas fantasias e seus truques. Ponto aqui para a escolha dos atores que interpretam os subjetcs do estudo, como é o caso de Timothy Hutton, Michael Cerveris, Dominic Cooper, Clarke Peters, John Charles, Christopher Meloni e Denis O'Hare, que deram vida a verdadeiros homens egoístas e repulsivos.
Numa espécie de "guerra dos sexos", somos apresentados a estes homens hediondos, que na maior parte do tempo falam sobre suas vidas sexuais, suas fantasias e seus truques. Ponto aqui para a escolha dos atores que interpretam os subjetcs do estudo, como é o caso de Timothy Hutton, Michael Cerveris, Dominic Cooper, Clarke Peters, John Charles, Christopher Meloni e Denis O'Hare, que deram vida a verdadeiros homens egoístas e repulsivos.
O filme parece, por momentos, um "mockumentary", remetendo a The Office (série da qual Krasinski faz parte) e algumas séries britânicas. Ele tem um caráter "leve" e "despreocupado", por assim dizer. Além disso, em alguns momentos temos a quebra da quarta parede, orquestrada por Kevin (Max Minghella) e Evan (Lou Taylor Purci), que funcionam como observadores/narradores das situações.
Quando eu acabei o filme, eu até que havia gostado dele. Agora, já não tenho tanta certeza. Longe de ser genial, o filme empolga mais pelos rostos conhecidos, e suas boas atuações, e por sua montagem, do que pelo enredo em si. Abordando alguns temas sem nenhuma profundidade, Brief Interviews with Hedious Men não ousa responder realmente nenhuma das perguntas que lança.
Avaliação: 3/5

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